Lucas Pereira da Rosa Publicidade, Marketing, Jornalismo, Assessoria de Comunicação
Categorias: Eventos

O Interney colocou no blog dele um post sobre as credenciais de imprensa para blogueiros no Campus Party 2009, perguntando quais deveriam ser os critérios. Foram apresentados quatro: audiência, pagerank, experiência e concurso cultural. Eu não concordo com nenhum deles. E como o próprio sugeriu, escrevo este post para colocar a minha opinião.

Projetos – Eu acredito!

Em alguns anos como publicitário, mais trabalhei como jornalista do que como qualquer outra coisa, e em várias áreas como TV, rádio, impresso e por um bom tempo, como multimídia, sendo o único funcionário da Assessoria de Comunicação de uma prefeitura. E se tem uma coisa que nunca muda em nenhum desses trabalhos é a necessidade de planejamento.

Da primeira vez que tu esquece a bateria extra da câmera de vídeo, tu quer te matar. Quando o teu colega esquece a fita da câmera de vídeo, tu quer matar ele (casos reais). Mas o pior de tudo é chegar no lugar e não saber o que fazer.

De que adianta ter o material, as pessoas e não ter objetivos? “Cobrir o evento” é algo muito vago. Por isso, acredito que seja necessário, para que essas credenciais sejam distribuídas de forma justa e útil, a apresentação de projetos dos candidatos a elas.

Apresentar projeto x concurso cultural

Já trabalhei em uma ótima empresa de Marketing Promocional, e aprendi que muitas pessoas (muitos profissionais da área), se enganam quando querem fazer um concurso cultural. Caso seja feito um concurso cultural, através de um post que descreva a maneira que o blogueiro fará a cobertura, o principal a ser avaliado não será a descrição de suas ações, mas a relevância cultural de seu texto. Isso está na lei que regulamenta qualquer tipo de promoção.

Sim, existem leis que regulamentam promoções, elas devem ser registradas. Acredito que a Caixa Econômica Federal continue sendo quem cuida disso.

E um post, mesmo que se enquadre como concurso cultural, não assume objetivos. Portanto, a forma de julgar, será muito subjetiva. Às vezes, quem escreve o melhor texto, não faz a melhor cobertura, e os jurados podem se encantar com um texto bem escrito, que foi criado por uma situação ficcional (a possibilidade de cobrir o evento, não é a mesma coisa que cobrir o evento).

Por isso, acredito que a melhor forma, é que a organização crie objetivos, como por exemplo, o número de posts mínimo, alguma coisa a ser feita além (como, por exemplo, além dos posts, quem fizer a cobertura deverá entrevistar uma pessoa), e outras coisas mais. O importante é que o participante deverá se comprometer. Aí ninguém poderá acusar alguém de fazer festa e, pra justificar a cobertura, simplesmente colocar um “resuminho” do evento. Bem, a não ser que a pessoa faça isso.

Mas esse projeto não serviria para engessar ninguém. Como ele vai cumprir esses objetivos fica por conta dele. E é isso que a pessoa apresentará no projeto: como vai cumprir os posts obrigatórios? Que formato? Como será a entrevista? Com quem? O que, além dos quesitos obrigatórios, a pessoa fará? Então, a partir desses dados, os responsáveis terão informações suficientes para tomar a decisão correta.

Pois essas credenciais gratuitas podem ser a oportunidade de pessoas que não poderiam pagar os 150 reais, mas tem boas idéias.

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Categorias: Ações, Eventos

Aconteceu no dia 03 de Dezembro, a primeira edição do Blip´n´Beer Porto Alegre. O evento que ocorreu em diversas partes do mundo, teve um gostinho único na capital gaúcha. Não porque a cerveja seja melhor, mas porque muitos participantes fizeram duas festas ao mesmo tempo. Mas vamos começar pelo começo.

Dois meses atrás, @guadalupe (Guadalupe Albuquerque) e @lucaseditor (Lucas Pereira) discutiam sobre fazer uma festa de final de ano para os Twitteiros gaúchos. Então surgiu o Blip´n´Beer, e os dois resolveram abraçar a idéia de juntar também os blipeiros do RS, nessa grande festa global, onde na mesma noite, o mundo web faria a sua festa.

A noite começou com alguns dos participantes se encontrando no Cavanhas, para jantar e se conhecer. Tudo marcado de última hora, pelo twitter. Depois a festa começou de verdade, no Prefácio, um ótimo barzinho que fica na Sarmento Leite, bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre. Lá, os participantes ficaram atirados por cima de puffs, em volta de uma única grande mesa, se conhecendo, bebendo e conversando sobre diversos assuntos, enquanto se ouvia um jazz, trip hop e rock.

E os participantes da festa, além de se divertir, também fizeram a sua parte para tornar o mundo melhor. Aceitaram o chamado, e levaram várias sacolas com roupas para ajudar os necessitados em Santa Catarina. É bom se divertir assim: gente interessante, boa música, ótimo ambiente e o coração aquecido com gestos e sorrisos.

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Categorias: Ações, Eventos

Acontecerá em Porto Alegre, no dia 03 de Dezembro de 2008, o Blip´n´Beer POA. É a primeira vez que o evento ocorrerá na cidade, e todos estão convidados a ir até o Prefácio, na rua Sarmento leite, 1024 - Cidade Baixa.

Mas temos um pedido. A @Guadalupe, organizadora do evento, e eu que estou dando uma força, pedimos para que os festeiros levem 1kg de alimento não perecível ou roupas (ou os dois), para enviarmos aos desabrigados em Santa Catarina.

Contamos com a colaboração de todos nessa ação cuja participação não é obrigatória para participar da festa, mas que pode fazer muita diferença para quem precisa.

Mais sobre as festas em www.blipnbeer.com.br

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Categorias: Eventos

Como bom porto-alegrense, chega Julho (mais ou menos), e eu começo a juntar cada centavo. É o início de uma economia quase psicótica e desesperada, cujo objetivo é um só: gastar o máximo possível na Feira do Livro.

Tradição cultivada desde pequenininho, por mim, por meus amigos e por vários porto-alegrenses que aguardam ansiosos a primavera e os dias de chuva do que é, praticamente, o nosso “carnaval”. - Não, não somos todos virgens. Só o Porpeta, mas ele não guarda dinheiro para  Feira, só para o som do carro.

Então, num sábado fui feliz e contente para a Feira do Livro, doido para comprar tudo que eu achasse assinado pelo Neil Gaiman. Meus objetivos principais eram “Coisas Frágeis[bb]” e “Stardust[bb]“, mas queria “Deuses Americanos[bb]” e tudo mais.

Decepção é a palavra que chega mais perto do sentimento que tive durante a minha caminhada pela Feira do Livro. Que droga, aquilo. A Feira sempre foi um evento onde se podia achar livros baratíssimos ou com uma boa diferença do preço “normal”. E se achava essa diferença, só que pra cima!

O evento foi decepcionante. Os livros estavam mais caros, a comida estava um roubo. E não se achava o que queria. Deuses Americanos por 68 reais? Se comprar pela Internet, sai mais barato mesmo sendo o importado e incluindo o frete! E eu nem achei o Coisas Frágeis e nenhum outro dos que eu queria.

Feira do Livro de Porto Alegre? Fuja!

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Categorias: Eventos, Notícias

Coberturas pela Web estão cada vez mais refinadas e comuns. Na maioria das vezes (por enquanto), são feitas pelos participantes, fazendo com que muito do conteúdo nunca consiga ser coberto.

Mas no caso do MaxiMídia, o Meio & Mensagem Online está fazendo a cobertura “oficial”, com blog e hotsite. Mas o melhor, são as entrevistas que podem ser ouvidas ou baixadas. Entre palestrantes e expositores, tem sempre alguma coisa aproveitável para quem não pode participar do evento.

Essas entrevistas estão armazenadas no MaxiPod, e uma das coisas boas dessa cobertura em áudio, é que eles disponibilizaram material de 2005 até 2008.

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